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Visita à câmara

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A visita se deu pelo reconhecimento que a Fazenda da Esperança recebeu por meio de um projeto de lei na cidade de Ibiporã / PR, como obra de utilidade pública. Boa leitura!

Após ter sido reconhecida como uma obra de utilidade pública, a Fazenda da Esperança se fez presente na câmara de vereadores de Ibiporã. Membros da entidade participaram da sessão do dia sete de maio, para agradecer e falar das atividades que desenvolvem.

O responsável pela Fazenda da Esperança de Ibiporã, João Carlos Simão, compôs a mesa de trabalhos do plenário, respondeu as perguntas e contou um pouco da história da instituição. “A Fazenda não surgiu para ser um projeto para atender dependentes químicos. Essa obra surgiu espontaneamente em uma paróquia em Guaratinguetá / SP, da vontade das pessoas em viver o evangelho concretamente”, relatou.

“Um padre missionário, vindo da Alemanha, e um jovem de 17 anos, tentando viver concretamente o evangelho, acabaram dando início a essa obra. Esse jovem começou a dar atenção também aos jovens que ficavam na boca de fumo, que antes ele evitava. E essa amizade permitiu que outro jovem viesse pedir ajuda a ele. A única ajuda que ele conhecia era viver o evangelho”, continuou Simão.

Outros jovens procuram ajuda. “E não veio só um. Vieram muitos dessa boca de fumo. E daí surgiu a primeira base da Fazenda da Esperança, que é a espiritualidade e vivência do evangelho. Esses jovens começaram a viver juntos, a trabalhar para o seu sustento, e daí surgiram as outras duas bases da Fazenda, que são a convivência e o trabalho”, continuou.

“Essas três coisas são as mesmas em todas as Fazendas da Esperança, que se espalharam pelo o mundo. De uma casa, onde eles moravam em uma paróquia, surgiu uma fazenda. Da primeira fazenda, cerca de 85 fazendas espalhadas pelo o mundo, em quase todos os estados brasileiros e em 13 países do mundo”, apontou João Carlos.

O reconhecimento se deu devido ao projeto de lei nº002/12-LE, do vereador e presidente da Casa, Toninho Kabeção (PSD). Este projeto foi aprovado unanimemente em três discussões e votações. “É um documento importante para trabalharmos com entidades tanto públicas quanto privadas. Esse reconhecimento é um selo de qualidade, de que o nosso trabalho é realmente gratuito, feito sem fins lucrativos”, explicou o responsável.

Ajuda

De acordo com o responsável pela Fazenda da Esperança de Ibiporã, João Carlos Simão, para participar do projeto a pessoa deve estar decidida a ser ajudada e fazer uma declaração de que está ciente de tudo. “O primeiro passo é decidir mudar de vida. Nós pedimos que se faça isso por escrito, que escreva essa decisão e nos mande confirmando que precisa de ajuda, que quer mudar de vida”, enfatizou.

“Nós mandamos uma carta com todos os passos necessários, que são alguns exames médicos. Nós explicamos o funcionamento da entidade. Mas o primeiro passo é a decisão interior. Escrever isso e assinar: eu quero realmente mudar de vida. E mandar para o nosso escritório, para Fazenda da Esperança, caixa postal 1305, Ibiporã”, apontou João Carlos.

Fonte: http://www.tudoibipora.com.br/2011/hp/materia.php?mat_id=1528