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Forte Sem Violência já tem voluntários nas Filipinas

Em Manila, no dia sete de Setembro de 2013, frei Hans e Nelson, fundadores da Fazenda da Esperança, junto com Valério do Gen Rosso e voluntários da comunidade terapêutica e do Movimento dos Focolares, encontraram-se com o cardeal Dom Antonio Tagle.        Um momento especial para começar a elaborar a turnê do Gen Rosso com o projeto Forte Sem Violência nas Filipinas. Nelson escreve como foi esse dia e esse especial encontro. Boa leitura!

O frei, eu e a Lene saímos logo cedo e em jejum, junto com a Maria e a Irineia que vieram nos buscar para levar à audiência com o Cardeal de Manila. Foi uma tentativa de encontro tempestiva que deu certo graças também a intervenção de Dom Joban. Queríamos falar do projeto Forte Sem Violência. Valério e Rey já estavam em frente à casa do Cardeal quando chegamos.

A audiência era prevista para às 9h , mas às 8h30, quando o Cardeal nos viu logo nos atendeu numa simplicidade e alegria contagiantes. Demonstrou o tempo todo muito interesse por tudo aportando algumas ideias com relação às pastorais diocesanas.

Quando viu o documentário que Valério apresentou do projeto feito numa prisão de Colónia, logo afirmou: quando vamos começar? Ficou muito entusiasmado e se colocou a disposição de logo intermediar contatos importantes para o projeto. Enfim, foi um momento de Deus. Sentimo-nos profundamente acolhidos e depois de uma secção de fotos nos despedimos.

Providencialmente, aprofundamos com Valério diversos aspectos importantes da turnê do Gen Rosso, que aqui nas Filipinas vai ganhar, por causa das escolas e das prisões em Cebu, um rosto todo voltado para as periferias. Eles e nós previmos a participação também de vinte dos nossos e nossas das Fazendas ou ES em todas as cidades por onde o Gen Rosso vai passar. Uma forma, segundo Valério, de garantir este elemento de contato com a periferia.

Aproveitei para animar a Maria no sentido dela ajudar a ver as formas de conseguirmos colaborações para as passagens dos meninos e meninas da Fazenda para a celebração dos 30 anos. Ela pediu para rezar nessa intenção. Ela assumiu seriamente a possibilidade de ir com Dom Joban para o Brasil em Novembro. O último ato de amor foi nos levar para o aeroporto e lá nos encontramos com padre Deckson todo animado para enfrentar as mais de 20 horas de vôo rumo ao Brasil!”, Nelson Giovanelli Rosendo.